27/10/2017

|KINGSMAN 2| O Review! - João F.



   Fala, meu povo! Os espiões mais elegantes do cinema estão de volta para uma nova aventura, em mais um filme literalmente cheio de tiro, porrada e bomba! Ah! E muitas piruetas, claro. Pois bem, vamos falar sobre “Kingsman: O Círculo Dourado”, a sequência tão aguardada do filme “Kingsman: Serviço Secreto”, de 2015. Será que o filme fez jus ao original ou até mesmo chegou a superá-lo? Bom, vamos descobrir!



   Pois bem, vamos ao plot: Um ano após impedir a carnificina mundial de Richmond Valentine, Eggsy (Taron Egerton) assumiu o posto de Galahad, anteriormente ocupado por seu mentor Harry Hart (Colin Firth), na agência Kingsman, e aparentemente salvar o mundo tornou-se uma rotina em sua vida. Após estranhos eventos, um ataque misterioso controlado pela traficante Poppy Adams (Julianne Moore, arrasando como a vilã) destrói o QG da Kingsman. Agora, cabe apenas a Eggsý e Merlin (Mark Strong) investigar o caso, e para isso contam com a ajuda da agência estadunidense Statesman, uma equivalente da agência britânica, enquanto lidam com o retorno inesperado de um velho amigo.




   “Kingsman:  Serviço Secreto” pegou muita gente de surpresa na época do seu lançamento, sendo considerado um dos melhores filmes de 2015, por conta de suas brilhantes cenas de ação e paródias com filmes de espionagem. Devido à isso, muita gente – incluindo este que vos escreve – colocou muita fé na continuação desde que foi anunciada. Foram realmente muitas expectativas, e o filme consegue entregar o que prometeu, no mesmo nível do primeiro. Se muita gente que assistiu ao filme esperava mais, é por que provavelmente achava que viria por aí algo maior e bem mais surpreendente. Acontece que este é o perigo ao elevar as expectativas para continuações, pois ainda que faça jus ao primeiro filme e acabe por abrir portas para mais aventuras, os fãs sempre esperam algo a mais. O fato é que a missão da continuação foi cumprida, ainda que existam algumas falhas, mas não tão grotescas.



   Gostaria de dizer que gostei bastante de “Kingsman: O círculo dourado”, mesmo que eu tenha um certo problema com expectativas. Porém, alguns aspectos da produção me deixaram com uma pulga atrás da orelha, principalmente no que diz respeito ao roteiro. Veja bem, o roteiro é um dos pontos positivos do filme (ou franquia, como preferir), colocando mais uma vez em prática tudo o que deu certo no primeiro filme, – ainda que não arrisque tanto em ir além – mas o problema está em algumas situações meio “forçadas” para fazer com que determinada meta seja atingida. Não vou dar spoiler, mas o grande confronto final guarda até um plot twist que por mais que seja divertido de se assistir, no fim fica a sensação de que aquela situação foi inserida de forma forçada, ainda que com boas intenções.


   Sobre o elenco, temos vários pontos positivos. Mark Strong, Taron Egerton e Colin Firth trazem de volta aquela mesma química do primeiro filme, agora fazendo com que a gente se importe ainda mais com eles, principalmente Strong, que se destaca ainda mais. O filme é recheado de nomes conhecidos, como Halle Berry, Jeff Bridges, Channing Tatum e até mesmo a Emily Watson. No caso da Statesman, todos cumprem bem seus papeis, com atuações convincentes. O único problema que eu notei foi que alguns deles – em particular Bridges e Tatum – aparecem muito pouco, apesar de chamarem a atenção por conta do carisma quando entram em cena. Não sei se aconteceu com vocês, mas eu senti que foi, de certa forma, desperdício de oportunidade. Pensa comigo: Como é que você tem em mãos talentos como Channing Tatum e Jeff Bridges e não aproveita todo o potencial? Enfim, na minha opinião quem rouba a cena mesmo é o Pedro Pascal, garantindo um personagem que evoluirá bastante na história, garantindo também excelentes cenas de ação.



Podem ficar tranquilos, pois o filme não perdeu nada de sua força, ainda conseguindo transmitir para o espectador a sua essência, brincando com vários elementos de filmes famosos de espionagem e aproveitando para fazer mais uma vez críticas sociais, desta vez indo além, podendo proporcionar um debate acerca do uso de drogas e da postura dos governos diante de problemas delicados (Paródia com um certo político norte-americano DETECTED). Ah, e trata-se de um filme com um humor bem “natural”, garantindo experiência gratificante para o espectador.


Falei do elenco mas me esqueci do melhor personagem do filme, e não é o Eggsy ou o Harry Hart, mas sim o ELTON JOHN! Acreditem, o cara marca presença durante muito tempo, mesmo! E ele realmente rouba TODAS AS CENAS. É sensacional, na minha opinião um dos pontos positivos do filme. Se as suas referências a astros de ação são Sylvester Stallone, Bruce Willis e Tom Cruise, podem ir adicionando Elton John na lista. Se eu falar mais, vou acabar soltando spoilers acerca da participação dele no filme.


Considerações finais:

Logo, fica aqui um filme que na minha opinião se mantém no mesmo nível do original, ainda que tenha algumas falhas que apareciam bem menos em “Serviço Secreto. Dessa forma, sobra um filme bem interessante, com toda aquela violência divertida que a gente já conhece, dando a sensação de missão cumprida e a sensação de que muita coisa nova pode vir por aí. Ao assistir ao filme, deixe sua opinião aqui nos comentários.




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