29/06/2016

REVIEW - Truque de Mestre: O 2º ato - João F.


  Fala meu povo! O filme Truque de Mestre, lançado em 2013, foi um grande sucesso de bilheteria, o que contribuiu para que a sequência fosse logo confirmada. Pois bem, o momento do segundo ato finalmente chegou, e aqui vai nossa análise sobre o mesmo.

  Quase três anos depois do primeiro filme, Truque de Mestre – O segundo ato chega aos cinemas, com a missão de fazer bonito e preencher as lacunas deixadas com o final do longa de 2013. Mesmo com alguns tropeços, a missão principal foi cumprida.


  Desta vez, o grupo “Os quatro cavaleiros” (The Four Horsemen) está agindo nas sombras, após as suas ações que chamaram a atenção das principais autoridades mundiais. Com a saída da personagem de Isla Fischer (Helen), entra em cena a personagem Lula (Lizzy Caplan), uma fã do grupo de ilusionistas que logo se junta a eles após mostrar seus talentos com truques. Agora, tudo é diferente, pois os “criminosos” enfrentarão o maior desafio de suas vidas, forçando-os a realizar seu maior truque até então. É a primeira vez que as coisas parecem estar fora de controle.
  Em relação ao filme de 2013, este não dá destaque ao suspense que garantia mistério sobre as ações do grupo, mas sim aposta em uma trama mais descontraída, com a adição de mais humor. A entrada de Caplan foi essencial nesse processo, tendo em vista que o estilo de sua personagem contribui para cenas que realmente arrancam risos. A adrenalina, por meio de perseguições, é mantida neste filme. Sobre isso, vale ressaltar que desta vez, o FBI não é o único obstáculo do grupo.

  Outra diferença notada é o espaço dado para um maior desenvolvimento dos personagens. Enquanto o primeiro Truque de Mestre dá ênfase em cenas de perseguição, este foca no dilema do grupo em si, incluindo sua interação como um time. Temos aqui um Dylan Rhodes (Mark Ruffalo) enfrentando as consequências de ter uma vida dupla (ser um dos melhores agentes do FBI e tentar liderar o grupo de ilusionistas). Apesar de cada membro do grupo ter seus problemas mostrados, o maior destaque vai para Dylan, tendo em vista que vemos pela primeira vez sua relação com o finado pai, que outrora fora um mágico famoso.


  Não podia esquecer do Daniel Radcliffe, famoso por interpretar Harry Potter. Aqui, ele interpreta um empresário que “convoca” os “ Quatro Cavaleiros” para realizar um roubo audacioso que provavelmente trará benefícios para todos. Seu personagem, apesar de ser firme quanto à atuação, podia ter sido melhor utilizado, principalmente após as reviravoltas, que é quando sua importância parece ter diminuído.


  Portanto, trata-se de um filme que cumpre bem sua missão de “costurar” as falhas do primeiro filme, mas podia ser utilizado melhor. Não espere pelos mistérios que dominaram o longa anterior inteiro, mas esteja pronto para as maiores revelações, cujo tempo de segredo foi, no fim, o maior truque realizado. 




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João Ferreira: O João sempre foi fanático por cinema. Heróis, suspense e História são as suas maiores paixões. Sempre ligado no mundo das telonas, é responsável pela parte crítica e reviews do universo cinematográfico do NerdSpeaking, além de apontar as suas curiosas diversidades. João Ferreira também é muito bem informado sobre o universo do terror, acompanhando sempre tudo o que é de novo nele, tanto em séries quanto em filmes. Desde muito novo, assistia grandes clássicos do mundo da Nerdice, o que o influenciou bastante para ser o nerd que é hoje!

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