12/05/2016

“The Flash” rápido demais? - João F.


  Fala, meu povo! Este é um artigo de opinião a respeito do seriado The Flash, que atualmente se encontra em sua 2ª temporada. Aqui, falaremos sobre um detalhe que pode acabar em desastre, se não tratado com maior cautela.


  O título do artigo faz um pequeno trocadilho aos poderes do protagonista da série. No entanto, o principal termo a ser abordado é justamente o ritmo em que as coisas estão acontecendo no Ano Dois da série. De forma alguma quero dizer que as coisas estão ruins. Na verdade, eu diria exatamente o contrário. É a temporada que deixa seu público em maior parte satisfeito, tanto pela construção do contexto quanto o desenvolvimento dos personagens.


 Contudo, há uma grande preocupação nisso tudo. Percebemos que a mitologia do herói envolve muita coisa a ser explorado, quando paramos para ler os quadrinhos, um fato que a série tem tirado proveito. O problema está no desenrolar desses eventos. Nessa temporada, tudo tem acontecido de forma muito rápida, mesmo que seu contexto ainda esteja satisfazendo os espectadores. No último episódio 20, temos um acontecimento inesperado (Spoilers à vista!): A “morte” de Barry Allen, o alter-ego do Flash. Obviamente, não é o fim para o velocista, tendo em vista que o material de divulgação do episódio seguinte deixa claro que o personagem ainda está vivo. Mesmo assim, esse fato é algo que demora bastante para acontecer nos quadrinhos, e isso não é tudo.
  Se tem uma coisa que aprendemos com a 3ª temporada de Arrow (que se passa no mesmo universo), é que as ideias devem ser usadas na hora certa, com o controle apropriado. O que eu quero dizer? Que simplesmente as ideias foram jogadas em grande número na atual temporada. O primeiro ano foi surpreendente, mesmo se limitando a um menor número de ideias fixas. O desenvolvimento dos episódios está bem bacana, explorando bastante o vilão Zoom, cuja identidade já foi revelada, e ao mesmo tempo dando destaque merecido à tramas paralelas, como as jogadas do destino para Barry e Iris, assim como a entrada de Wally West.


   Este último personagem deixou claro no episódio 20 que tem potencial para uma grande expansão (também ocorre nos quadrinhos), e já está perto o momento em que o garoto terá que carregar um grande peso que pode ser decisivo para o futuro da série. Resta saber se ele realmente será capaz disso. Tendo em vista que as ideias para o ano seguinte podem acabar escassas, caberá a ele preencher essa lacuna. Sem querer ser pessimista, mas não há como descartar a possibilidade de seu terceiro ano cair na piada de que “a terceira parte é sempre a pior”.
  Lembramos que faltam poucas semanas para o final dessa temporada, e fica aqui a nossa expectativa, que pode ser alterada, dependendo do desfecho do Ano Dois. Resumidamente, as coisas precisam acontecer de forma mais lenta e cautelosa, antes de escorregar na mesma casca de banana que Arrow. Dessa vez, não se pode deixar de lado tal comparação.



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