27/11/2014

Especial - Assassin's Creed: A origem - Por Thiago Magno

Eae, aqui é o Thiago Magno! bem vindos a uma nova matéria do NerdSpeaking!
 Hoje irei falar sobre o jogo com mais teorias de conspirações que já vi na minha vida, é claro que estou falando de Assassin’s Creed.







Eae, aqui é o Thiago Magno! bem vindos a uma nova matéria do NerdSpeaking!
 Hoje irei falar sobre o jogo com mais teorias de conspirações que já vi na minha vida, é claro que estou falando de Assassin’s Creed.

Assassin’s Creed tem um lado negro que apenas fãs sabem do que estou falando, ou seja, a grande seita de Hassan, mas antes de cita-la, quero falar como surgiu esse grande jogo. Assassin’s Creed surgiu de um projeto para o tão famoso (na época) Prince of Persia, jogo da Ubisoft, mesma produtora de Assassin’s.

 O projeto desenvolvido em 2004 começou a ganhar força e nele a Ubisoft viu o potencial de lançar uma nova saga. O Prince of Persia “assassin’s” seria um jogo que contaria o treinamento do príncipe e que teria o foco na grande seita de assassinos de Hassan e no ataque a Alamut. Porém depois de anos de evolução o jogo tomou a rota distinta de Prince e fez um sucesso absurdo. Lançado em 2007, Assassin’s Creed mostrava um mundo nas cruzadas, modificando um pouco a seita de Hassan para algo mais fictício, e até mesmo os Templários. Estes que teriam surgido a partir da ordem dos Assassinos que pregavam a liberdade, os Templários modificaram os dogmas dos Assassinos e com características semelhantes seguiram o seu próprio conceito e destino.

 Os Templários acreditavam no Santo Grau, que foi coberto por teorias de conspirações, uns dizem ser Maria Madalena, outros dizem ser a linhagem de Jesus Cristo, mas no jogo é a maçã do Eden, ou uma delas. O Santo Grau era retratado em formato de rosa, que no jogo podemos perceber que o recipiente da maçã é algo que lembra uma rosa “adormecida”. O protagonista do jogo acabou sendo Altair que deve batalhar até o fim contra Robert de Sable e buscar redenção em sua ordem.
Os dogmas do credo dos Assassinos são divididos em três “Nunca empunhe a lamina na frente de um inocente”, “Viva disfarçado entre a multidão” e “Nunca comprometa a Ordem” – Altair acaba quebrando os três.

“Mas Thiago, de onde a Ubisoft se inspirou para criar essa franquia?” Da onde? Da tão secreta seita de Hassan, fundada no século XI. Hassan Ibn Sabbah, ou o velho da montanha (personagem histórico que inspirou o mentor de Altair no primeiro jogo da saga e no quarto jogo – Assassin’s Creed Revelations) criou esta seita a fim de espalhar outra forma de Ismaelismo, que ele mesmo havia desenvolvido.

 Sua sede ficava em uma fortaleza de Alamut. No jogo uma das teorias é que exista duas ordens de Assassinos. Calma, calma vou explicar, é possível que essa teoria tenha ficado solta nas mãos da Ubisoft, já que os fãs da saga sabem que a Ubi deixa diversas pontas soltas (o subject 16 e 17 que o diga). Hassan invadiu a fortaleza em Alamut, mas no século XII os Assassinos começaram a atacar mais locais e domina-los, um desses foi Masyaf, que ficou sob domínio de Rashid ad-Din as-Sinan, que... DOMINAVA INDEPENDENTE DE ALAMUT! O que estou querendo dizer é que provavelmente existia duas bases durante o jogo, a de Masyaf (que se passa o jogo) e de Alamut (não citada, mas que no ano existia), sigam meu ponto de raciocínio. Hassan que dominava em Alamut, seus Assassinos seguiam cegamente suas ordens, se drogavam antes de executar um assassinato, e viviam como pessoas normais quando não tinham trabalho a fazer, elementos que não vemos nos Assassinos de Masyaf, então é possível que existam duas ordens. Pura teoria, nada confirmado, assim como 50% da saga Assassin’s.

Os Assassinos vestiam roupas brancas com uma faixa vermelha na cintura, e usavam algo para tampar seus rostos. Além de não poder serem vistos quando atacassem. Mas Hassan e sua ordem tiveram seu fim em 1256, quando o líder mongol Hulagu Khan destruiu a base em Alamut, e assim foi o fim da seita dos Assassinos que representavam uma ameaça em todo o oriente médio.
Muitos acreditam que os Assassinos vivem até hoje entre nós e participaram de vários eventos históricos. Assim como seus rivais, os cavaleiros Templários, que poderiam ter sobrevivido a dizimação que ocorreu durante as cruzadas (o grão-mestre até amaldiçoou o Rei durante sua cremação viva). Será que vivem?

Assassin’s Creed é uma saga de jogos praticamente obrigatória aos gamers da atualidade, vendendo milhões de unidades. Os eventos ocorridos no jogo como a data de morte das vítimas e o modo em que morreram batem com os dados reais – sendo as vítimas gente de poder, ou melhor dizendo, os Templários.
Antes de finalizar...

“Nada é verdade, tudo é permitido” – Hassan Ibn Sabbah.





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Thiago Magno:  Desde de jovem o Thiago começou a escrever suas histórias em uma antiga máquina de escrever, guardada pelos seus pais. Desde então começou a criar várias histórias, ingressando no poderoso mundo da escrita. The ONE foi o seu primeiro livro, no qual passou três anos montando o universo. No NerdSpeaking, é o cara que escreve sobre games, HQs e livros, itens estes que já fazem parte de sua vida.
Habilidades e virtudes: - Nerd - Editor - Escritor - Livros - HQs - Ator - Games - História - Roteirista - Refri de Guaraná - Filmes de ação -

Game preferido: Assassin's Creed(saga)
Livro preferido: Os Heróis do Olimpo
Filme preferido: Batman: The Dark Knight
Série predileta: The Flash
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