07/06/2017

Review: Mulher-Maravilha – Missão cumprida! - João F.


   Fala, meu povo! Chegou aos cinemas o filme Wonder-Woman (Mulher-Maravilha), a primeira adaptação live action da nossa Diana Prince para as telonas. Aliás, não só a primeira aparição solo da Mulher-Maravilha cinemas, mas sim o primeiro filme de uma heroína. Sendo assim, o filme se tornou um marco na produção de filmes de super-heróis, tendo a promessa de representar o poder feminino nos cinemas e até mesmo modificar o status  do Universo Expandido da DC. Vou dizer logo: Missão cumprida! 


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   Em Mulher-Maravilha conhecemos a origem de Diana (a incrível Gal Gadot), princesa de Themyscira e filha da rainha Hipólita (interpretada por Connie Nielsen), mostrando toda sua vontade de ser uma brava guerreira como sua mãe foi um dia, no intuito de defender a Ilha Paraíso de ameaças que possam aparecer. Porém com a chegada inesperada do piloto Steve Trevor (Chris Pine, o Capitão Kirk da nova versão de Star Trek), tudo pode mudar. Diana acaba tendo que ir para a Velha Europa em um período de guerra, onde a personagem pretende estar na linha de frente em um combate de várias nações, lutando para que a “Grande Guerra” tenha seu fim. 

Mapa de Themyscira, das clássicas histórias de 1978 da Mulher Maravilha
   Após a aparição da heroína em Batman V Superman: Dawn of Justice, muitos fãs ficaram na expectativa para o filme solo da personagem, dirigido por Patty Jenkins (mais conhecida pelo filme Monster, de 2002). O interesse de Jenkins pela heroína é algo que o espectador percebe logo que o filme começa, explorando a personalidade de Diana e mostrando a sua “jornada da heroína”. Todos os personagens são bem trabalhados, se desenvolvendo ao longo da história e tendo sua importância no que representam. A forma como eram tratadas as mulheres no início do século XX é representada com maestria por Etta Candy (Lucy Davis); os traumas de guerra e o padrão masculino-beberrão  representado por Charlie (Ewen Bremner), entre outros. Os personagens coadjuvantes são um belo exemplo disso, já que se não fosse por eles a missão não teria sido cumprida com êxito. 


   As cenas de luta são muito bem coreografadas, e ainda que muitas delas tenham sido reveladas nos trailers, comerciais e clipes divulgados (que tal qual os filmes da MARVEL, foram incansáveis campanhas publicitárias, com vídeos, promos e fotos), ainda tem muito mais que não foi mostrado, fazendo a alegria de quem é fã da heroína e sempre a quis ver em ação em seu terreno. Apesar do contexto pesado que envolve a história do filme (as atrocidades cometidas pela Doutora Veneno e General Luddendorf que o digam), tudo é abordado de forma bem leve, até lembrando um pouco o estilo da Marvel, principalmente no filme do Capitão América. A trilha sonora combina sempre com as batalhas mostradas, dando aquele gostinho ao assisti-las. 
  
   E por falar nos vilões, talvez o único pecado do filme tenha sido a forma como eles são vistos no fim do filme. Sim, há excelentes cenas envolvendo a sádica Doutora Veneno (Elena Anaya, lembrando muito sua atuação em A pele que habito) e o General Luddendorf (Danny Huston, conseguindo parecer perverso e perigoso, de forma que represente uma das principais ameaças do filme). E o Ares não desaponta, do seu visual à sua personalidade, protagonizando ótimas cenas de luta com a protagonista. Mas, o que me incomodou um pouco foi a forma como o destino deles foi tão “simples”, depois de um bom desenvolvimento de suas personalidades, ficando a desejar um final mais digno ou que ao menos puxasse um gancho para uma possível reaparição deles – ou de seus descendentes – em um futuro filme da DC.
- Considerações finais:
   No fim, Mulher-Maravilha prova que é sim o melhor filme do Universo Expandido da DC. Se formos contar com todos os filmes da produtora lançados desde o início, certamente The Dark Knight e Watchmen ainda estão à frente. Aqui, Jenkins mostra que abraçou um pouco da abordagem sombria dos filmes da DC, mas também bebeu da fonte da Marvel ao abordar de forma leve suas histórias, ainda que o contexto seja pesado. Logo, essa combinação se mostra quase perfeita, servindo de lição para os próximos filmes desse universo: Continuem com o tom sombrio, mas não “joguem tudo pro ar” nos últimos minutos. Vale a pena assistir. O NerdSpeaking Indica!




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- Imagens:
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